Qualidade do ar em teleatendimento

Lembra da história sobre edifício doente? Poucas coisas são tão nocivas à saúde e um risco ambiental quanto respirar um ar poluído ou contaminado. Alergias, intoxicações, bactérias e fungos podem causar grandes estragos no nosso sistema respiratório, levando o paciente a um estado grave de saúde ou mesmo à morte. Para garantir a qualidade do ar que respiramos, a ANVISA - Agência Nacional de Vigilância Sanitária, junto com o Ministério da Saúde, regulamentaram a manutenção e limpeza de sistemas de ar condicionado em ambientes com grande circulação de pessoas.


A aplicação da portaria 3523/98, do Ministério da Saúde- que dispõe sobre a qualidade do ar de interiores em ambientes climatizados - junto com a resolução 9, da ANVISA (clique aqui), referente a projetos, manutenção, instalação e elaboração dos sistemas de ar condicionado, podem ser entendidas como o “atestado de saúde” de um sistema de climatização. Em muitos casos, para garantir que as manutenções estejam em dia e dentro das normas é necessário registrar uma ART - Anotação de Responsabilidade Técnica, junto ao CREA.


Além disso há a Norma Regulamentadora NR-17 que em 2007 incluiu o anexo II como exigência para a área de teleatendimento as medições periódicas da qualidade do ar que incluiu ainda as medições de nível de pressão sonora por frequência para a obtenção do nível NC, atendendo a NBR 10152. Então, destacamos uma questão importantíssima para esta área específica que muitas vezes é negligenciada: a necessidade de medição adequada com critérios de acústica de sala para a obtenção dos índices NC de inteligibilidade, a medição adequada da temperatura efetiva que demanda de monitoramento de temperatura de bulbo seco (do ar), umidade e velocidade do ar, este último com anemômetro de fio quente com exatidão menor que 3%, atendendo a ASHRAE 55 de critérios de medição para sistemas de ar-condicionado/refrigeração (HVAC). Nesse mesmo contexto, ainda atender a resolução 9 da ANVISA.


O impacto destas medidas é impressionante, pois identifica, reconhece e quantifica a situação dos ambientes com melhorias na produtividade, no absenteísmo e no impacto sistêmico no sistema de saúde. Embora isso seja claro e regulamentado, muitas empresas não realizam e quando o faz, não atendem critérios mínimos técnicos e legais.


Realizamos medições e monitoramentos contínuos para sistemas de ar-condicionado, indústrias farmacêuticas, laboratórios, estações do metro, estacionamentos, shoppings, hospitais, escolas, repartições públicas, escritórios, clínicas e embarcações. Aplicamos técnicas de modelagens na apresentação de dados ocupacionais e ambientais contemplando com um mapa de risco quantitativo, uma APR em cores e mapeamentos de salas ou mapeamentos industriais num processo gráfico com a ferramenta NoiseAtWork 5.0, um diferencial indiscutível atendendo as novas tendências para os demonstrativos ambientais (clique aqui).


Veja nota técnica da ANVISA para estabelecimentos assistenciais de saúde (clique aqui).


Utilizamos os melhores equipamentos do mercado como: DeltaOhms, Giliar, TSI, Energética e CESVA. Consulte-nos para uma avaliação ambiental do seu local de trabalho ou ambiente com alta concentração de pessoas.


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